O dia 12 de junho é a data mais romântica de nosso calendário. O Dia dos Namorados ou, em alguns lugares, Dia de São Valentim, tem diversas conotações históricas e sexuais, poéticas e sexuais e religiosas e, claro, sexuais. A data, no Brasil, remonta à véspera do Dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro, nosso Valentim nordestino. Dizem que durante o reinado de Caldeus II, em Roma, o tirano proibiu o casamento da 'galerosa'. A versão oficial é que o imperador queria construir um grande exército e a construção de famílias desencorajava o alistamento dos jovens. A fofoca dos bastidores aponta que, à noite, 'Caldeusinha' queria fazer homenagem a Baco com os militares 'ressecados' pela escassez de esposas.Nesse meio tempo, o bispo Valentim realizava casamentos religiosos daqueles que ansiavam experimentar as maravilhas do doce amor (entenda-se tesão), mas que tinham medo do fogo do inferno (argumento recorrente da época). O cara era mais popular do que seria Marcelo Rossi distribuindo bala na Rocinha. Acabou descoberto. Foi para a cadeia e condenado à morte. Afinal, ninguém podia comprometer o harém da toda poderosa Caldeusinha!


